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Um fisioterapeuta que une experiência clínica e tecnologia de ponta, e um site que ainda não contava isso.
Quem chega já está pesquisando. Precisa entender em segundos as especialidades, a formação e onde ser atendido.
Site com hierarquia clara e navegação que leva ao agendamento: autoridade que se percebe no primeiro acesso.
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Uma presença digital que refletisse um clube ligado ao Rotary, mas com dinâmica própria de comunidade.
Pra um clube virtual, o site é a sede. Tinha que organizar eventos e comunicação sem descaracterizar o grupo.
Base institucional fácil de atualizar, que acompanha o ritmo das atividades e reforça o vínculo entre os membros.
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Um ponto central pra uma comunidade de motociclistas rotarianos espalhada pela América do Sul.
Identidade forte, informação dispersa. O site precisava reunir sem perder o caráter coletivo.
Conteúdos, eventos e informações do grupo num ambiente único, simples de manter e pronto pra crescer.
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Sites novos pra uma instituição que crescia em ensino e clínica, cada frente falando de um jeito.
Antes dos sites, faltava um fio condutor. A reorganização da presença digital precisava vir junto com a marca.
Rebranding e guia de marca, e a partir deles os sites de ensino e clínica, com linguagem e estrutura alinhadas à nova fase.
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Um site pra uma nova atuação profissional que já tinha voz e público, e um jeito de vender as experiências.
A confiança nasce na figura do Marcos; a venda acontece na Parlatur. Os dois precisavam ser um caminho só.
Site centrado nele e a loja Parlatur integrada, onde os pacotes são reservados, com a marca aplicada de ponta a ponta.

Um portfólio com mais de 1.500 itens e embalagens que nasciam uma a uma, cada lançamento começando do rascunho.
A cor já funcionava como código: laranja pra cercas elétricas, azul pra linha Walbras, verde pro restante. Faltava um sistema que levasse isso pra cada caixa e cada saco, sem virar projeto novo a cada item.
Sistema gráfico pras três famílias, derivado do brandboard da marca, e dois simuladores próprios, um pra caixas e outro pra sacos plásticos, que montam a embalagem dentro do padrão. Cada item novo já nasce certo; a migração do portfólio começou pelos lançamentos.

Um catálogo essencial pra venda, pesado de atualizar e solto dos outros canais.
Catálogo de instrumentos é peça viva: lançamentos e revisões o ano inteiro. Precisava de uma base que acompanhasse esse ritmo sem virar projeto a cada mudança.
Catálogo reconstruído no InDesign, num arquivo só: estilos de texto e páginas-modelo que garantem o padrão, fechamento pra gráfica sem dor de cabeça e integração com Illustrator e Photoshop. Hoje dá pra atualizar ao vivo numa reunião online.
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A pergunta era nossa: como reativar uma comunidade de 90 mil marcações sem trair a espontaneidade que a criou?
Não cabia virar portal de notícias. Cabia virar ponto de conexão entre pessoas, lugares e marcas.
Reposicionamento, identidade editorial em preto e branco e o site no ar, do conceito à publicação.
Você me conta o que precisa ir pro ar: a marca, o projeto, a instituição ou o cliente da sua agência. O que faz, pra quem, e o que o site precisa resolver. A partir daí, eu monto a estrutura.
Primeiro o que o site diz, depois como ele aparece. Você aprova etapa por etapa, sem surpresa no fim.
Publicado, com os acessos entregues e a medição ligada. Depois, atualização e acompanhamento do jeito que a gente combinar.

Desde as minhas primeiras entregas, penso sites como ferramenta de comunicação, numa época em que site ainda era visto como “coisa de TI”. Pra mim, ele sempre foi o lugar em que a marca conversa com quem procura por ela.
Site parado é mídia desligada. A atualização mensal mantém texto, fotos e novidades em dia, sem depender de lembrar de chamar alguém.
Acessibilidade